Grandes Momentos que passamos com a Bunda Suja

Eu estava prestes a ganhar um prêmio e subir no palco por um feito enorme, talvez não tão enorme para o mundo mas para minha existência de camponesa que ia todo dia ao bosque colher lenha sim e veio uma vontade louca, avassaladora e inadiável de: cagar. 

Veja bem, o intestino é de fato o nosso segundo coração, só não é o primeiro porque o tumdum já tinha pego o nome antes. Dito isso, tudo que é emocional e intenso vai refletir lá e culminar, com sorte, no Guaíba ( gaúchos entenderão).  

Bem, mas voltando ao que dá título a esse texto e numa abreviação é o nome desse blog e que também é a minha bio lá no xuiter, grandes momentos é a constatação que realmente a bunda suja esteve já comigo sempre. Nem sempre minha mãe, nem sempre meu pai, mas ela, a bunda e sua sujeira. Não que eu não tenha tentado dar ao máximo na limpeza, mas todo mundo sabe que esse tipo de aflição quase sempre encontra um banheiro ruim e um papel de aço, por isso (agora eu meteria uma publi se patrocinada fosse) sempre andem com lencinhos umedecidos na bolsa. Não sei se eles são ecologicamente corretos, mas eles são bunda friendly.

Esse é o meu texto de retorno a esse mundo blog, mundo onde fui muito feliz há quase duas décadas atrás. Eu gosto de escrever e tenho escrito em vários formatos, mas nunca fui tão livre quando nesse mundinho blogs. Eu sou do tempo que blogueira era quem escrevia, no entanto blogueira agora é sinônimo de um monte de regalia, e eu quero. Escrever e regalias. 

Casamento, batizado, formatura, estreia de peça e premiações... Tudo isso lindo, mas a bunda suja.

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