De tudo que gosto serei meia boca

 Acabei de cruzar com um tweet, um tuíte, um xuite... Oh céus! Acabei de cruzar com cerca de 200 caracteres que diziam que se devia normalizar o fã meia boca, que conhece só um pouco do que gosta e lembrem, para quem foi adolescente ali pelos dois mil, rolava uns absurdos de você dizer 'sou fã de fulano' e ozotro esperarem que você conhecesse até a tia avó da madrinha do roadie da banda, se não você não era tão fã assim. Há boatos que existem uns meninos de mais de quarenta anos que ainda insistem nessa postura num ritmo especifico, mas como não quero comprar briga com ninguém, não darei mais detalhes. Se o chapéu serviu, relaxe, gente, tem muita coisa surgindo o tempo todo, não precisamos ser autoridades das coisas que gostamos, a menos que esse seja o nosso trabalho aí sim.

A propósito, tenho pensado em estudar história da arte, mas já parei de pensar também. É que quanto mais a gente conhece aquilo que a gente gosta, mais deixa de gostar, então é bom manter uma distância segura, uma 'ignorancia sadia'. Pelo amor de deus, não usem meus textos contra mim, foi por isso que um dia parei de escrever blogs. 

Tem uma canção da Karina Buhr que diz 'não me ame tanto' e parafraseando: não me conheça tanto. Não conheçamos tanto.

(estamos falando de personalidade e chatice, não de criminosos)

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