É só isso, não tem mais jeito, acabou, boa sorte

 não tenho o que dizer, são só palavras e o que eu sinto não mudará.

...

no mês que mais tive descontos desde que entrei na firma, mês que olhei meu contracheque e tive vontade de chorar, também foi o mês que no meu intervalo de almoço, do dia seguinte ao que meu caraminguá entrou na conta, entrei numa loja de roupas e comprei duas jeans que nem estavam no meu planejamento.

antes de qualquer coisa preciso dizer que a aquela ideia de que mulheres compram muitas roupas e tal não tem nada a ver comigo e só por isso essa história vale a pena ser escrita. Ok, talvez eu esteja superestimando mas, queria ver se é essa conclusão é só minha:

nós pobres, quando estamos muito afetados pela falta de dinheiro, cometemos mais gastos nada a ver do que em outras situações. Desconfio que seja uma maneira de retomar o poder sobre a gente mesmo, só que de forma equivocada, dado que não retomamos poder nenhum e digo mais: que poder, dona fulana?

No entanto, apesar disso, a matemática das garotas me abraça e me acolhe do seguinte modo: daqui um mês, dois, vou pensar nesse gasto? Se a resposta e não, então ele vale a pena. 

não incentivo ninguém a ser assim, até porque meus maiores deslumbres econômicos são feitos a vista, não criando dívidas.

Enfim, triste por ser base da pirâmide mas de calça jeans nova, sendo ela uma 'de shopping' e rosa.


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