sentimentos estranhos para se ter sobre bichos

mas cada um, cada um.

Me ocorreu agora uma dúvida do porquê chamamos animais de bichos, será que é para separar da categoria animal humano? Um busca rápida no Google resolveria, mas também acabaria com a maioria dos textos que escrevo e escreverei por aqui, inclusive que meus textos seja a entrada do grande menu servido pela Google, ou seja, se te causar curiosidade para ir além (nem que seja para voltar aqui me contestando e jogando as quatros patas por cima - cês não faria isso, animais racionais que são, né), já terá valido.

Hoje uma moça na estação viu uma aranha e disse: que nojo! E é porque essa aranha, essa mulher e esse nojo existem que estou aqui na plataforma com o assunto do dia. A propósito, há cerca de uma semana decidi voltar a ter blog, coisa que ninguém nunca mais começou a ter mas alguns resistentes das duas décadas passadas continuaram a manter. Eu tinha, eu amava, eu brincava muito com os blogs, mas aí veio a vida acadêmica e o julgamento, o auto julgamento também, que é o pior de todos e aí fiz o que não se consegue fazer de fato, que é sumir com uma vida pregressa na internet. Desde que decidi voltar me sinto mais livre.

Dito isso, acho estanho que se tenha nojo de aranha. Medo até entendo, mas nojo? Também acho estranho quem tem medo de lagartixa, serzinho do qual só tenho admiração. Tem animais que causam asco sem fazer esforço nenhum para isso. Os viscosos, os que fedem, eles tem algo que desperta nosso instinto - os meus pelo menos, mas tem uns que eu não consigo entender. Que bom que não preciso e é justamente esse desentendimento que me deu assunto. 

Fosse em uma rede social, teria que terminar agora com uma pergunta que gerasse engajamento, tipo, qual animal que você tem nojo ou medo que ninguém entende? É bom não ter compromisso com nada aqui, só com a minha escrita diária. 

Este blog não está fechado mas também não está divulgado, se você chegar aqui, faça bagunça e não deixe nada no mesmo lugar que encontrou. 

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